terça-feira, 19 de outubro de 2010

Os escravos do século XXI




Os escravos do século XXI não precisam ser caçados, transportados e leiloados através de complexas e problemáticas redes comerciais de corpos humanos. Existe um monte deles formando filas e implorando por uma oportunidade de trocar suas vidas por um salário de miséria. O "desenvolvimento" capitalista alcançou um tal nível de sofisticação e crueldade que a maioria das pessoas no mundo tem de competir para serem exploradas, prostituídas ou escravizadas.

Luther Blisse

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

EDUARDO PAES FASCISTA!!!






A história indiscreta do prefeito do Rio de Janeiro
Nesta biografia não-autorizada, você vai conhecer Eduardo Paes. Como ele começou na política, o troca-troca de partidos, sua associação com as empreiteiras, as remoções de favelas e a defesa do crime organizado, até chegar no atual "Choque de Ordem" — agressão contra o povo travestida de política pública — durante muito tempo sonhada pelas classes dominantes do país.


Eduardo Paes iniciou sua "carreira política" em 1993, com apenas 24 anos — antes de terminar a faculdade de Direito na PUC-RJ — no comando da subprefeitura da Barra da Tijuca, quando o prefeito da cidade era César Maia (PFL). Desde então, sempre foi um aplicado pupilo e seguiu à risca a principal lição de seu mestre: estar ao lado do capital. É importante repetir que ele foi guindado à subprefeitura por César Maia, porque na última farsa eleitoral, o discípulo fez todo o possível para se dissociar do mestre.

Três anos depois, foi eleito vereador. Sua subida vertiginosa no velho Estado brasileiro continuou em 1998, quando pela primeira vez foi eleito para a Câmara dos Deputados, com apenas 29 anos, e em 2002, quando foi reeleito. Antes da reeleição, porém, assumiu a Secretaria Municipal do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, durante a gerência de César Maia.

Em 2007, a convite do governador fascista Sérgio Cabral, Eduardo Paes assumiu a Secretaria Estadual de Turismo, Esporte e Lazer, mas deixou o cargo em março de 2008 para disputar as eleições para a prefeitura. Em apenas cinco anos o atual prefeito do Rio passou por três partidos — PFL, PSDB e PMDB — e de 1993 pra cá passou também por PV e PTB. Se for possível falar de infidelidade num regime de partido único, seu comportamento é mesmo um dos mais volúveis.

Dinheiro farto
Na campanha à Prefeitura do Rio, a candidatura de Eduardo Paes foi a que recebeu mais dinheiro. Somente até agosto de 2008 o PM DB havia declarado a arrecadação da pequena fortuna de 3,166 milhões de reais — valor que pode duplicar se considerarmos o dinheiro oriundo do caixa dois, prática mais que generalizada entre os partidos eleitoreiros. A Construtora OAS foi a que mais investiu nas eleições, com mais de 1,5 milhão de reais distribuídos por quase todos os candidatos — incluindo os representantes da falsa esquerda Alessandro Molon e Jandira Feghali, que lucraram, juntos, 500 mil reais. Naturalmente os doadores de campanha cobrarão a fatura em um futuro próximo.

Há duas empresas que também investiram muito nas eleições municipais do Rio de Janeiro. E são duas empresas que ajudam a contar a história de Eduardo Paes, porque há pelo menos duas décadas fazem parte do esquema César Maia. São elas o banco Bradesco e a empreiteira Carvalho Hosken. As duas empresas estiveram envolvidas nos despejos violentos promovidos pela prefeitura, em 2006, na Barra da Tijuca.

O interesse da especulação imobiliária no Rio de Janeiro ficou muito claro na ocasião do despejo violento, em fevereiro de 2006, da Comunidade Arroio Pavuna, localizada na Barra da Tijuca. As sessenta e sete famílias que lá residiam receberam indenização média de R$ 15 mil cada, valor insuficiente para adquirir outro imóvel na região, como determina o artigo 429 da Lei Orgânica do Município. Dessas indenizações, ao menos quatro foram pagas com cheques de empresas privadas (três da construtora Carvalho Hosken S/A e um da Uhslanga Comércio de Roupas).

Os quatro cheques são do Banco Bradesco, agência 1075 (Barra da Tijuca). Seus números e respectivos valores são 010794 (R$ 19. 516,00), 010776 (R$ 33.161,00), 010798 (R$ 26.208,00) e 010796 (R$ 17.434,00). Jovino Germano Pinto, 71 anos, aposentado, morou na Arroio Pavuna por 15 anos e falou sobre a retirada dos moradores.

— Foi tão rápido que nem deu tempo de fazer nada. Eles chamaram a gente na Secretaria de Habitação e disseram: 'Se vocês quiserem aceitar, tudo bem; se não quiserem, vamos tirar do mesmo jeito'. Aí deram os cheques e 24h pra gente sair. Teve gente que não aceitou, mas a Guarda Civil entrou, tirou as coisas e derrubou as casas.

Detalhe: distante apenas 50 metros de onde estava a Comunidade Arroio Pavuna encontra-se o Condomínio Rio 2, construído pela Carvalho Hosken, onde um apartamento de dois quartos custa, em média, R$ 700.000,00.

Violência contra o povo
Quando era subprefeito, em 1993, Eduardo Paes comandou uma tentativa de despejo violento numa outra favela da Zona Oeste, a Vila Autódromo. Os moradores da região dizem que Eduardo Paes os acusou de causar "dano visual, ambiental e estético", discurso punitivo contra a classe trabalhadora utilizado pelo então jovem estudante de Direito, de 24 anos, para concorrer e ser eleito vereador.

Em 1996, a Vila Autódromo sofreu uma ação de reintegração de posse movida pela Prefeitura. Inscrito sob o número 2245 na 4ª Vara de Fazenda Pública, e assinado por Luiz Roberto da Mata, da Procuradoria Geral do Município (PGM), o texto coloca como réus os ocupantes da Vila Autódromo e "objetiva reprimir dano ao meio ambiente urbano, dano ao meio ambiente natural, dano estético, paisagístico e turístico pedindo-se limitar (...), tomando-se providências para retirada de pessoas e coisas".

Analisando este histórico não é difícil compreender o atual "Choque de Ordem" promovido pelo prefeito Eduardo Paes. Trata-se de uma consequência natural das alianças que fez durante sua "carreira" política. Para deleite das empreiteiras e do monopólio dos meios de comunicação, que lucram com a violência contra a classe trabalhadora, Paes criou uma secretaria de governo apenas para tratar de ações contra mendigos, camelôs e gente que não tem onde morar. São as tais operações CopaBacana, IpaBacana e etc. O novo secretário, tão logo foi empossado anunciou o RioBacana, alcunha que por si só revela a opção de classe dos donos do poder. A Secretaria Municipal de Ordem Pública, comandada por Rodrigo Bethlen, representa melhor do que qualquer coisa o uso da máquina pública pelos ricos para massacrar os pobres.

Daí o jornal O Globo ter anunciado Eduardo Paes como o "novo xerife" daquilo que chamam de ordem pública. Logo após a eleição o novo guardião dos interesses capitalistas recebeu três páginas, no primeiro caderno, de uma entrevista "mamão com açúcar", sem perguntas difíceis. E mais duas ou três sob a vinheta "transição", dedicadas a relatar os feitos do jovem empreendedor em Brasília.

Apoio ao crime organizado
As chamadas milícias também marcam a história indiscreta do atual prefeito do Rio. Esses grupos paramilitares, compostos por policiais civis, militares, bombeiros e agentes carcerários são responsáveis por milhares de casos de assassinatos, torturas, ameaças e diversos tipos de agressões contra a população favelada do Rio de Janeiro. Até jornalistas já foram vítimas da brutalidade desses delinquentes, apêndices do aparato estatal para exercer controle sobre determinadas regiões e explorar serviços de gás, telefonia, TV a cabo, "segurança", entre outros.

Eduardo Paes, seguindo a diretriz de seu mestre político, César Maia, defendeu a ação desses bandidos numa entrevista ao programa RJTV, da Rede Globo, durante as eleições para governador do Rio de Janeiro, em 2006, quando se candidatou pelo PSDB. Na ocasião, o atual prefeito da capital fluminense declarou o seguinte:

— Jacarepaguá [Zona Oeste do Rio de Janeiro] é um bairro que a tal da polícia mineira, formada por policiais, por bombeiros, trouxe tranquilidade para a população. O morro do S. José Operário era um dos morros mais violentos desse estado, e agora é um dos lugares mais tranquilos.

Vários deputados estaduais e vereadores do Rio estão presos acusados de chefiarem os grupos paramilitares no Rio, mas nada foi efetivamente feito para que esses grupos deixassem de existir e eles continuam atuando livremente e com o apoio do Estado.


FONTE: http://www.anovademocracia.com.br/anteriores/94/2125-a-historia-indiscreta-do-prefeito-do-rio-de-janeiro


MEUS AMIGOS, VAMOS PENSAR ANTES DE VOTAR NOS CANDIDATOS DESSA MAFIA...
OS FASCISTAS ESTÃO AÍ, A SOLTA QUERENDO AUMENTAR O PODER E ASSIM USAR E ABUSAR DELE...

FORA CABRAL!
FORA DILMA!
FORA LULA!!
FORA EDUARTO PAESS!!

domingo, 16 de maio de 2010





Evoluindo e emanando coisas boas
Vibrações além das normalidades urbanas
Pessoas indo e vindo
Corações ao relento
Destino traçado e carregado pelo vento
Forças sobrenaturais ajudando os guerreiros da terra
Contra forças e poderes “babiloucos”
Guerreiros lutando com os verdadeiros “loucos”


Querem destruir a nossa mata
Eu não deixo evoluo e mereço
Um lugar verde à beira mar
Para ser minha morada
Viver,evoluir e plantar

Plantar na nossa terra sagrada
O futuro para uma nação
Imensidão de corpos e almas
Umas sem coração
Outras lutando na contra mão
Mais continua essa luta
Já traçado o objetivo
Lutando e conquistando
Sem recuar sempre resistindo
Com as forças do Criador

Diogo Saddock de Sá

Escrito dia 20/04/2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

VIRA MESA SEU "DOTÔ"




Expostos imposto contra parede
Parede vira rede de alienação
Alienação construída pelo meio de comunicação
Comunicação delineada com visões do mal
Mal?Ser mal é normal?
Normal é ser animal?
Animal, nesse meio de comunicação formal
Formal é a maneira de envenenar seu cérebro
Cérebro envenenado com as programações
Programações assistidas com prazer
Prazer que vira dor, né seu dotô?

Vira ,vira,vira a mesa
Viram, a mesa virou
Vamos inverter os fatores, os atores
Pra vê se tu agüenta as nossas dores.

Doutorado na técnica de alienar
Introduzindo em sua alma
O chip da comunicação
Ação formada pelo CMI
Capitalismo Mundial Integrado, por aí
Você pode ouvir,as melhores propagandas
Querendo te consumir, querendo te engolir


Até quando você vai ficar nesse meio?
Sobrevivendo, sem ter onde morar
O que comer? E amanha como vou estar?
Duvidas freqüentemente assistida do sofá
Por “megas” corruptos de várias profissões
Que já ganharam o seu, seja com o mensalão
Ou com o arrego do morrão.



Diogo Saddock de Sá

RESISTÊNCIA

terça-feira, 13 de abril de 2010

A verdadeira explicação da tragédia‏

Chuvas e hipocrisia

Nestas horas em que centenas de pessoas morrem ou ficam desabrigadas em
função do desabamento de encostas, enchente e transbordamento de rios,
proliferam na mídia textos e entrevistas de “especialistas” que buscam
apontar as causas ”naturais” e “antrópicas” que explicariam tais
“tragédias”. Alguns destes textos e entrevistas são mais sérios, outros
mais oportunistas. Uns mais pontuais, outros mais abrangentes. Alguns mais
contundentes na crítica aos governantes de plantão, outros mais
benevolentes. Mas, poucos vão fundo na análise do conjunto de questões que
estão envolvidos nesta complexa problemática.

O que nenhum texto, entrevista ou declaração que circulou nestes últimos
dias disse é que tudo isto tem a ver com o modelo de desenvolvimento
vigente no Brasil desde meados do século XX, baseado na modernização
acelerada, seletiva e conservadora do campo e da cidade.

E a raiz do problema está na forma acelerada com que se expulsou do campo
brasileiro no último século mais de 50 milhões de pessoas. A perpetuação
do controle das terras pelo latifúndio e a modernização deste estão na
origem da expulsão desta enorme massa de trabalhadores rurais, os quais
foram precariamente absorvidos pelas grandes cidades brasileiras. A
histórica reivindicação da reforma agrária foi não só negada, como
substituída por uma política de incentivo ao desenvolvimento de
tecnologias poupadoras de mão-de-obra no campo, levando ao aumento da
concentração fundiária e ao desemprego e subemprego generalizados no campo
e à conseqüente expulsão de grandes contingentes de trabalhadores rurais
para as cidades.

E para onde foram estes trabalhadores? Para as áreas das grandes cidades
que não interessavam ao grande capital imobiliário, por conta dos custos
de produção mais elevados: as encostas dos morros e as várzeas dos rios.
Não porque inexistam espaços urbanos vazios em melhores condições para a
moradia destas pessoas, mas porque estes vazios estão controlados pelo
capital imobiliário, aguardando a valorização destas áreas. Da mesma
forma, há um sem número de prédios e apartamentos vazios nas nossas
grandes cidades, mas estes não podem ser ocupados por estas pessoas, pois
o “sagrado direito de propriedade” garante o direito dos proprietários de
mantê-los vazios, mesmo que isto signifique empurrar milhares de pessoas
para morar em áreas “de risco”.

Portanto, o que está raiz das centenas de mortes que se repetem a cada
chuva é a propriedade privada!!! Enquanto o direito de propriedade imperar
sobre o direito à vida estas tragédias se repetirão. Enquanto a reforma
agrária não for feita, permitindo que muitos trabalhadores que foram
expulsos do campo tenham o direito de para lá retornar e que outros que
ainda lá estão não sejam expulsos, estas tragédias se repetirão. Enquanto
a reforma urbana não for feita, colocando à disposição dos trabalhadores
os terrenos e as moradias mantidos fechados pelos especuladores urbanos,
estas tragédias se repetirão.

É certo que a geografia do Rio de Janeiro favorece a ocorrência de
deslizamentos de encostas e transbordamento de rios, mas não é certo que
os trabalhadores só tenham a possibilidade de morar nestes lugares, nem
que devam morrer por causa disso. É certo que também desabaram encostas
onde havia mansões, mas só morreram os pobres. É certo que todos na cidade
sofreram com as chuvas, mas o grau de sofrimento é incomparável.

E agora o que vemos se descortinar é mais um exemplo da hipocrisia das
nossas elites, através da multiplicação das declarações de políticos e
editorias da grande imprensa defendendo a remoção das populações
residentes em áreas “de risco” em nome da “segurança destas próprias
pessoas”. Trata-se da retomada de uma das práticas mais autoritárias
levadas a cabo na construção do espaço urbano de nossas grandes cidades e
que longe de proteger “os pobres” acentuou as nossas mazelas sociais. Ou
esquecemos que as favelas removidas do entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas
deram lugar a prédios de alto luxo enquanto a população que aí residia foi
deslocada para lugares como a Cidade de Deus, repleta de problemas de
infraestrutura e internacionalmente famosa pela violência.

Se o propósito é realmente o de proteger os trabalhadores que moram nas
“áreas de risco”, então vamos destinar imediatamente para moradia as
centenas de prédios – alguns inclusive públicos – que se encontram hoje
vazios na cidade e no estado do Rio de Janeiro. Podemos começar pelos da
região portuária do Rio, onde há inúmeros prédios e terrenos públicos e
privados abandonados...

Mas, não, isso não é possível, afinal esta área já está destinada para os
megaempreendimentos imobiliários voltados para a modernização da região
portuária do Rio, visando a Copa do Mundo e as Olimpíadas...
A hipocrisia das elites brasileiras é incomparável... E inconcebível!

Paulo Alentejano – Professor do Departamento de Geografia da FFP/UERJ,
integrante da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB) e da Associação
Brasileira de Reforma Agrária (ABRA).

terça-feira, 30 de março de 2010

SANTO DAIME


Em Defesa da Ayahuasca e da Soberania Nacional!





O caso lamentável da morte prematura do cartunista Glauco Villas Boas e de seu filho Raoni, parece ter dado um ânimo especial à fúria das forças hegemônicas que sempre estiveram infiltradas nos principais veículos de comunicação em massa, buscando de todas as formas direcionar a opinião pública no sentido de favorecer e legitimar os interesses particulares de uma elite dominadora. Interesses esses historicamente voltados para o monopólio do nosso patrimônio natural e genético, a fim de garantir a utilização irrestrita dos nossos recursos naturais, bem como a geração de riqueza para uma classe de abastados que não estão em nada comprometidos com a melhoria das condições de vida do oprimido povo brasileiro.

Eu como brasileiro, defensor dos interesses da nação e da integridade do território nacional, entendo que as diversas tradições ayahuasqueiras presentes em nosso país, entre elas a doutrina do Santo Daime, fazem parte de um importante legado cultural deixado pelos povos da floresta que já habitavam essas terras americanas muito antes da chegada dos dominadores europeus, e que construíram ao longo de muitas gerações o conjunto de conhecimentos e habilidades necessários para a reprodução da vida humana nos ambientes tropicais. Oprimidos pela ganância desenfreada da cultura ocidental, esses autênticos brasileiros, juntamente com os outros povos dominados, trazidos do continente africano e de outras partes do mundo, foram brutalmente arrancados de suas raízes culturais e simbólicas e inseridos à força no universo judaico-cristão.

Se isso, num primeiro momento, serviu de instrumento de dominação e subjugação desses povos, com o passar de algumas gerações, a própria linguagem cristã, com seus mitos e símbolos, passou a ser utilizada para reavivar aquela voz ancestral que fora calada pelas forças dominadoras. Dessa forma surgem todas as belas tradições folclóricas brasileiras que entrelaçam de forma única as diversas correntes de espiritualidade e cultura que passaram a conviver no Brasil. A Ayahuasca traz em si essa herança perdida, fazendo-nos relembrar das nossas raízes culturais e da nossa ligação ancestral com os seres da natureza, há muito sufocada pelo inebriante mundo urbano “civilizado”.

Agora, aqueles mesmos dominadores de outrora, travestidos de defensores da moral e dos bons costumes, querem rebaixar essa bebida enteógena ao mesmo nível das diversas drogas inebriantes produzidas no contexto de um modelo decadente de sociedade consumista, degradante dos recursos naturais e banalizadora das tradições culturais. Sob desígnios preconceituosos do tipo “droga alucinógena” ou “pajelança química travestida de religiosidade pastoril” nos fazem crer (baseados unicamente nos depoimentos da família do assassino) que a bebida causou as alucinações que levaram o rapaz a cometer o duplo assassinato que chocou o país. Não consideraram que o jovem já não tomava o chá há pelo menos seis meses e vinha fazendo o uso constante de drogas pesadas; que no réveillon, quando esteve pela última vez no Céu de Maria, lhe fora negado o chá, tendo em vista o comportamento que vinha apresentando; que os próprios membros do Céu de Maria haviam alertado a família sobre o estado de saúde mental do rapaz (a que nenhuma providência fora tomada). Aqueles que forem inteligentes que tirem as suas próprias conclusões.

Impressiona-me também as palavras carregadas de preconceito e desinformação de pessoas formadoras de opinião como o jornalista Paulo Nogueira, correspondente da revista Época, que traça um paralelo descabido entre o Daime, o Vodu e Confucionismo, exaltando a sabedoria dos Anacletos de Confúcio e ridicularizando o que ele chama de “gurus” do Daime. O jornalista chama de “retorno aos princípios do confucionismo” a invasão da mentalidade ocidental na China, que tem sepultado as tradições ancestrais do seu povo, inviabilizado a vida nas áreas rurais e relegado a população a um regime escravagista e excludente, organizado para atender a uma produção industrial absurda que colocou o gigante oriental ao lado dos Estados Unidos, como o maior consumidor dos recursos naturais do planeta, destruidor dos ecossistemas naturais e saturador da atmosfera com dióxido de carbono e outros gases tóxicos, nocivos à saúde humana e a do planeta. Isso é o que o autor chama de “ascensão espetacular” da China. Por outro lado define o Santo Daime como “religião primitiva que nasceu dos delírios do seringueiro Raimundo Irineu Serra”.

Raimundo Irineu Serra foi gente nossa, brasileiro autêntico, filho de escravo, homem trabalhador. Saiu do Maranhão e foi trabalhar como seringueiro na Amazônia. Viveu na pele, assim como os outros precursores da Ayahuasca no século XX, a realidade de exclusão e marginalização que muito bem conhece o nosso povo e tanto desconhece a elite dominadora imperialista. Busquem pela história de vida desses homens, pioneiros de diferentes tradições ayahuasqueiras: Raimundo Irineu Serra, Sebastião Mota de Melo, Daniel Pereira de Matos e José Gabriel da Costa. Histórias comoventes, homens de elevada moral, gente sofrida, trabalhadora, que enfrentou a dura vida na floresta e aprendeu com seus habitantes a melhor forma de viver com dignidade no causticante ambiente amazônico. Seringueiros, agricultores e lavradores, gente simples, gente nossa, que em meio à sua luta cotidiana, encontrou no chá ancestral da floresta uma forma de se libertar do jugo imposto por uma sociedade materialista, exploradora, injusta e destruidora dos valores morais. Reuniram pessoas, parentes e amigos e encontraram forças para propor uma vida diferente, uma vida calcada em valores comunitários, ecológicos e espiritualistas. Uma vida simples, com pensamento elevado, buscando a sintonia com os mistérios da floresta e com a sabedoria dos nossos ancestrais. O próprio tempo fez com que esse movimento alcançasse os grandes centros urbanos. Talvez poucos desses precursores viveram para ver o seu culto atingir as cidades, levando para diversos lugares do mundo um pouco da sabedoria e do universo encantado da floresta e despertando os valores mais profundos do ser humano aos sedentos habitantes deste mundo atômico, civilizado, intoxicado pela sua vazia, individualista e excludente sociedade de consumo, com suas alucinações virtuais e tecnológicas.

Resta-nos saber quem de fato está delirando aqui. Se são esses valorosos homens brasileiros, que valorizam o que temos de melhor, que ensinam o respeito à nossa cultura, aos saberes do nosso povo, que mais do que ninguém afirmam os mais nobres valores cristãos, começando por amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo e que, pelo testemunho de suas vidas, apresentam alternativas de sobrevivência utilizando os recursos disponíveis na floresta a uma camada sofrida povo brasileiro... ou será que os “delírios” e as “alucinações” vem da parte desses cavalheiros, como o jornalista pseudobrasileiro que, de terreno europeu, desfere ataques aos nossos costumes, que chama nossas tradições de crendices e superstições, que classifica nossas plantas sagradas como drogas alucinógenas e nossos gurus de ignorantes, que exalta os valores de um modelo de sociedade mórbida, opressora, excludente e autodestrutiva, que acredita, nessas alturas dos acontecimentos, que Londres está no centro do mundo e nós na periferia, e que ainda faz uma comparação do Santo Daime, autêntica religião brasileira, com o Vodu “que acabou se infiltrando no poder no Haiti”. Amigos leitores, avaliem: quem é que está delirando? Quem é que está tendo alucinações?

Irmãos, compatriotas, aqueles que guardam algum sentimento nacionalista dentro do peito, conclamo todos a ouvir o sinal de alerta! Unimo-nos em defesa da nossa cultura, dos nossos costumes, das nossas tradições!

Até quando vamos manter a postura de colônia e deixar com que pessoas, defendendo interesses estrangeiros, pisem e desprezem os nossos valores? Que ditem o que é bom para nós?

Até quando vamos deixar com que continuem oprimindo o nosso povo, nossa cultura? Massacrando e pilhando nossos recursos naturais? Chamando nossos pajés e xamãs de tolos ignorantes?

Até quando vamos ficar calados assistindo ao Big Brother? Até quando vamos engolir isso?

Levantem-se brasileiros! Vamos fortalecer nossos laços culturais, buscar nossas raízes! Vamos defender nossas heranças, cuidar do nosso território! Do contrário, em pouco tempo, aqueles que quiserem fazer o uso da Ayahuasca aqui no Brasil terão que pedir licença a uma dessas multinacionais farmacêuticas, a exemplo do que já acontece com diversas outras substâncias presentes na flora da Amazônia e de outros ecossistemas brasileiros.

Ou será que estou “delirando”...



Gabriel de Mendonça Domingues

Pesquisador do Instituto de Estudos da Cultura Amazônica - IECAM

segunda-feira, 8 de março de 2010

URGENTE - vacina contra gripe suína pode adoecer em vez de prevenir‏


VACINA CONTRA GRIPE SUÍNA PODE SER UMA FRAUDE





Médica espanhola e jornalista austríaca denunciam a multinacional farmacêutica americana Baxter por distribuir grande quantidade de "vacinas" contaminadas pelo mundo.


O que deveria imunizar a população, na verdade, pode ter o efeito de enfraquecer o organismo daqueles que se submeterem à aplicação deste material. Elas descartam a possibilidade de um simples "erro", por diversos fatores que descobriram em suas investigações, e que esclarecem ao público em seus depoimentos.






Antes de decidir tomar, ou não, a vacina contra o "Influenza A" (gripe suína), é importante ler ou assistir ao material distribuído pela internet em que estas duas mulheres revelam suas escandalosas descobertas.




Primeiro, os vídeos da monja beneditina e médica Teresa Forcades, graduada em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública pela Universidade de Barcelona, a respeito da falsidade e malignidade da tal “vacina”. Em seguida, o vídeo da jornalista austríaco-irlandesa, Jane Bürgermeister, que foi a primeira pessoa a descobrir o crime que havia por trás, não só da gripe, como da obrigatoriedade de se tomar a tal vacina. Vejam seu site, onde há notícias traduzidas para diversos idiomas:





- http://www.theflucase.com/index.php?option=com_content&view=article&id=620&lang=en#portuguese





As duas abordam o mesmo tema mas com visões complementares: o enfoque da monja é mais técnico-científico, embora numa linguagem claríssima, e a jornalista aborda a questão do ponto de vista político, o que torna as duas séries de vídeo importantíssimas porque nos apresenta uma visão completa do que pode ser um crime mundial em andamento, já em execução em alguns países.


Todas essas descobertas começaram quando Jane tomou conhecimento de que a indústria farmacêutica Baxter Internacional enviou no começo deste ano material para as vacinas contaminado com vírus vivos da gripe aviar para laboratórios de 18 países. Quando o lote de 72 kilos da vacina (milhares de doses) chegou à República Tcheca, um dos técnicos do laboratório resolveu testá-la por conta própria – o que não era esperado – e todas as cobaias testadas morreram em seguida. Imediatamente, ele fez uma análise das vacinas e descobriu-se que as mesmas continham vírus vivo, o que as tornaria um material muito perigoso ao organismo, em vez de prevenir a doença.


De posse desta informação, Jane enviou notas alertando tanto o laboratório Baxter, quanto a jornais e revistas especializadas em medicina, à OMS (Organização Mundial de Saúde), à ONU e o resultado que obteve foi o silêncio mais sepulcral e a perda do emprego. Daí ela partiu para pesquisar porquê a OMS, em um espaço de apenas 3 meses e com pouquíssimos casos registrados (sabe-se que hoje há próximo de 3.000 casos no mundo todo, com pouco mais de 137 óbitos), já declarava a gripe porcina (suína) como uma “pandemia”. Doenças que levavam esta classificação antigamente, tinham dizimado milhares de pessoas, como a Peste Negra, a Gripe Asiática e a própria AIDS, embora a OMS nunca a tenha classificado como tal.


Então a jornalista encontrou uma possível resposta: até o ano passado, a OMS tinha uma classificação das doenças que (ainda) vão de 1 a 6, sendo que para as classificadas até o nível 5, esta organização faz apenas “recomendações” e “orientações”, enquanto que no nível 6, que estabelece a pandemia, ela emite pareceres ordenando procedimentos aos países para que estes cumpram sem qualquer discussão ou argumentação. Além disso, os laboratórios conseguiram da OMS um livramento de responsabilidade, caso as vacinas levem ao óbito ou provoquem doenças graves no sistema neurológico que deixem a pessoa com incapacidade permanente.





MONJA TERESA FORCADES



http://www.youtube.com/watch?v=1YQJL3Zyk2k


http://www.youtube.com/watch?v=tuWzyXZaqdc
http://www.youtube.com/watch?v=R6F9xuuxq5A


http://www.youtube.com/watch?v=TaB-P_BhIMk
http://www.youtube.com/watch?v=n09H8zYb3FM


http://www.youtube.com/watch?v=nI5LSDZdrP0



JANE BURGERMEISTER


http://www.youtube.com/watch?v=DiELv7lmtT0


http://www.youtube.com/watch?v=kf8AzCrR-RE
http://www.youtube.com/watch?v=H1rimu2r92o


http://www.youtube.com/watch?v=4VX6kmDHugc
http://www.youtube.com/watch?v=-k_2qA4KdV8


http://www.youtube.com/watch?v=1rBiLs3nqEk






A vacinação em massa está programada para o o mês de março, e deverá ser tripla.

A jornalista Jane Burgermeister, protocolou um processo contra a ONU (Organização Mundial da Saúde) acusando-os de tentativa de assassinato em massa das populações do planeta através de vacinação compulsória, cuja vacina está cheia de agentes altamente letais e tóxicos, e a Novartis também, por genocídio e lucro com a venda de uma vacina que nem testada foi. Detalhe: a gripe "apareceu" no México, curiosamente, uma das fábricas da Novartis, fica á 50 km de onde o primeiro foco começou.





Os profissionais da área de saúde, principalmente os de mais baixo escalão, certamente vão repetir as informações que recebem dos laboratórios, portanto, não servem como fonte de informação confiável. É importante que as pessoas façam suas próprias pesquisas, e levem o material aos seus médicos.





O Governo britânico alerta que a vacina da gripe pode provocar paralisia e insuficiência respiratória, levando mesmo à morte. O Executivo do Reino Unido, através da Agência de Protecção de Saúde, entidade responsável pela supervisão da saúde pública, enviou um documento secreto a 600 neurologistas a exigir saber por que razão não foram divulgadas as possíveis consequência da vacina da gripe A, avança o "Correio da Manhã".


A carta, enviada no passado dia 29 de Julho, revela que a vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte. O documento cita o exemplo de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, que causou mais mortes do que a gripe.



ASSISTAM NO
WWW.YOUTUBE.COM
http://www.youtube.com/watch?v=C7jfbVZFpC0
http://www.youtube.com/watch?v=qigXGlCEFo8


COMO EVITAR A GRIPE SUÍNA


Por Dr. Marcio Bontempo, Médico Sanitarista



Press release: O médico Marcio Bontempo (CRM-DF 15458), especialista em Saúde Pública e naturopata, alerta como as pessoas adquirem a gripe suína (Influenza A – H1N1) e mostra como preveni-la através da alimentação, de produtos naturais e biológicos e dá outras dicas, além dos procedimentos de praxe.


Além das recomendações das autoridades sanitárias, como lavar as mãos com frequência, etc., existem providências que devem ser lembradas, ou conhecidas que, infelizmente, não fazem parte dos cuidados necessários, sendo que, muitos deles, são mais importantes do que as orientações oficiais.


Primeiramente, tanto profissionais de saúde quanto pessoas comuns, devem saber que é necessário atuar no sentido de se possuir um sistema imunológico bem forte. Percebo que absolutamente nada está se fazendo nessa direção, de uma forma que se espalha o terror de uma nova doença, mas não se tomam as providências necessárias para reforçar o mecanismo de defesa do organismo da população, permitindo assim que todos estejam expostos à virose em questão.


Por que as pessoas adquirem mesmo a gripe comum e o que fazer para fortalecer as defesas? Para começar, é necessário saber O QUE ENFRAQUECE o nosso sistema imunológico, e isso não é divulgado (ou sabido?) pelas autoridades sanitárias.




Sabe-se, cientificamente, que todos os vírus se beneficiam e se desenvolvem mais facilmente em ambientes orgânicos mais ácidos e, obviamente, quando o sistema imunológico está enfraquecido. E o que faz com que nosso ambiente sanguíneo fique mais ácido e o que diminui a força das nossas defesas? São os alimentos industrializados que tendem a criar e a manter um ambiente sanguíneo mais ácido.


Os principais são:



Açúcar branco – produz ácido carbônico em quantidade proporcional à quantidade ingerida, seja ele puro ou presente em doces, refrigerantes, bolos, tortas, guloseimas, etc. O uso regular de grandes quantidades de açúcar branco produz perda de cálcio e magnésio (e muitos microminerais), o que afeta sobremaneira de modo crônico e constante o nosso sistema imunológico. Deve ser substituido pelo açúcar mascavo orgânico, mel, etc.



Carnes vermelhas e embutidos – Produz diversos ácidos e reações ácidas, como ácido oxálico, ácido úrico, além de toxinas redutoras da
imunidade como cadaverina, putrescina, indol, escatol, fenol, etc. Como fonte de proteínas, dar preferência a peixes e proteínas vegetais, frutas oleaginosas, leguminosas, subprodutos da soja, etc.



Leite e derivados – Principalmente o leite de vaca, rico em caseína (indigesto), produz incremento do ácido lático e gera mucosidades em excesso, enfraquecimento das defesas orgânicas, expondo os seus consumidores, não só à gripe, mas a muitos outros problemas.
Substituir por leite de soja pronto ou caseiro (evitar o leite de soja instantâneo, em pó). Como fonte de cálcio, preferir as verduras e os feijões.



Farinhas brancas – O pão branco e as farinhas de trigo brancas, não integrais, são fermentativas e produzem mucosidades, além de serem pobres em proteínas, vitaminas e minerais essenciais. Seu uso constante enfraquece o organismo.




Frituras, comidas em saquinhos (chips), guloseimas, fast food – Hoje consumidos em grande quantidade por crianças e adolescentes, responsáveis por grandes desequilíbrios orgânicos e muitas doenças, como diabetes, obesidade, pressão alta, etc. O seu consumo regular, associado ao açúcar branco, determina um constante estado de acidificação do sangue e depósito de compostos prejudiciais.



Álcool – Em pequenas quantidades (vinho, etc.) pode até ajudar, mas em excesso produz reações ácidas.



Recomenda-se, portanto, evitar estes alimentos substituindo-os, sendo que esta abstenção já significa um grande passo para a prevenção de qualquer gripe e de muitas doenças.




Alimentos recomendados para aumentar as defesas orgânicas.


Há alimentos particularmente úteis para reforçar a nossa imunidade, tais como o arroz integral, os subprodutos da soja (tofu, leite de soja líquido, misso), a aveia (rica em beta-glucana, um grande estimulador do mecanismo de defesa), o inhame, as verduras em geral, frutas frescas, a semente de linhaça, o gengibre, o alho, a cebola e outros.




Outros fatores que reduzem a imunidade



Estresse – um dos piores inimigos, pois reduz a ação das células de defesa, principalmente os linfócitos que combatem os vírus, elevando os níveis de adrenalina e cortisol, um imunodepressor. O estresse é provocado pela vida agitada, os problemas diários, as preocupações excessivas, o excesso de trabalho ou estudos, etc.


Vida sedentária – Com ela os radicais ácidos se acumulam nos músculos e nos demais tecidos, reduzindo o pH do corpo e favorecendo as doenças virais e bacterianas.


Ar condicionado – Deve ser evitado a todo custo, pois desidrata o ar, ressecando as mucosas e produzindo desequilíbrio térmico no organismo. Faz muito mal.


Hábitos perniciosos – Tabagismo, alcoolismo, drogas, excesso de remédios farmacológicos, etc.., são, decididamente, fatores que reduzem a capacidade de defesa do organismo.


Certamente que muitas mudanças propostas são sacrificantes, mas tudo é uma questão de ajuste e adaptação, sendo que, os resultados são altamente benéficos, não só em relação à gripe suina, mas à saúde em geral.


Dicas da medicina natural, ortmolecular e homeopatia para a prevenção (e tratamento) da gripe suína. Além das medidas anteriores, cientificamente sugere-se o seguinte:



Alho



O alho é rico em alicina, uma substância ativa que possui ação antiviral reconhecida, além de mais d euma dezena de outros componentes imunoentimulantes. Basta ingerir diariamente 3 a 5 dentes de alho cru picado, com os alimentos ou engolidos com água ou suco. Há o inconveniente do hálito, mas é passageiro, e mais vale a boa saúde do que o comentário alheio. Existem também suplementos à base de alho que não exalam odor, mas são caros. O óleo de alho em cápsula ou o alho em comprimidos não produzem o mesmo efeito do alho cru. O alho também é útil para evitar ou tratar uma grande quantidade de doenças. O problema do alho para crianças é a dificuldade para ingerir, mas com habilidade tudo é possível.



Própolis



A própolis é reconhecida cientificamente como um antibiótico natural, incluindo uma forte ação antiviral, tanto em situações de infecção quanto como para prevenção. Foram reconhecidos mais de 100 princípios medicinais ativos da própolis. Deve-se usar o extrato alcoólico de própolis a 30%, na quantidade de 30 gotas, 3 a 4 vezes ao dia, em meio copo de água. Para crianças pequenas, metade da dose (lactentes e bebês, seguir orientação do pediatra). Pode-se colocar um pouco de mel para adoçar e reduzir o sabor e efeito da própolis na boca.


Chá de gengibre



O gengibre é um alimento funcional reconhecido hoje cientificamente por seus poderosos princípios ativos. Foram isolados cerca de 25 substâncias, entre elas as famosas
gengiberáceas, de grande ação estimulante do sistema de defesa do organismo e ação antiviral. Basta beber chá de gengibre fresco, forte, uma xícara 3 vezes ao dia, morno ou quente e sem adoçar.



Equilíbrio nervoso neurovegetativo



O organismo e as células de defesa são regidos pela ação do sistema nervoso autônomo, representado pelos sistemas simpático e parassimpático; o primeiro é responsável pela produção granulócitos (de pouca ação viral e mais bactericida) e o segundo de linfócitos (de ação antiviral direta). Devido à agitação da vida moderna e ao estresse, as pessoas apresentam um excesso de atividade do sistema simpático (que produz adrenalina, cortisol, etc., todos imunodepressores), com maior quantidade de granulócitos do que linfócitos, o que abre o caminho para viroses. É devido a isso que muitas pessoas adquirem uma gripe depois de um impacto emocional, notícia ruim, desavenças, tristezas, etc. É necessário proceder à redução da atividade simpática (redução do estresse,etc.) e promover maior estímulo parassimpático. Isso se consegue com mais repouso, menos agitação e preocupações, atividade física moderada, respiração profunda, alimentação natural integral, massagens terapêuticas, saunas, banhos quentes (tipo ofurô, banheiras, etc). Importante é evitar a friagem e manter o corpo aquecido, principalmente as extremidades.


Saquinho com cânfora – uma grande dica


Durante a gripe espanhola no começo do século passado, milhões de pessoas morreram, mas aqueles que lidavam com os doentes raramente contraiam o vírus. É que havia uma orientação para que o pessoal de serviço, médicos, enfermeiros, etc. usasse um saquinho de gaze com pedras de cânfora pendurados no pescoço. As emanações voláteis da cânfora esterilizam o ar em sua volte e protegem as mucosas. Então, aconselha-se a fazer o mesmo. Basta adquirir a cânfora na farmácia comum (algumas pedrinhas bastam), confeccionar uma bolsinha de gaze e pendurar no pescoço, podendo inclusive manter por dentro do vestiário, sem necessidade de deixar à mostra (se bem que o ideal é manter do lado de fora). Deve ser usado constantemente durante o contato com as pessoas. É uma boa dica para quem lida com pessoas ou trabalha em ambiente de aglomeração, etc.



Fórmula homeopática



A homeopatia, diferentemente da medicina farmacológica, atua estimulando a capacidade orgânica. Há uma fórmula homeopática para a preveção, tando da Influenza A (H1N1), quanto de qualquer outro tipo de gripe. É a seguinte:
Para a prevenção, tanto para adultos quanto para crianças:
Aviarium 200 CH……………………..30 ml
Influenzinum 200 CH……………….30 ml
Álcool a 20%
Tomar 10 gotas, de preferência diretamente na boca, uma vez por semana, cada semana um, alternados. Para crianças muito pequenas, dar apenas 5 gotas em um pouco de água numa colher.



Para tratamento em caso de gripe (qualquer que seja):



Aconitum napellus 3 CH
Antimonium tartaricum 3CH
Allium cepa 3 CH
Bryonia alba 3 CH
Belladonna 5 CH
Gelsemium 5 CH
Fazer 30 ml, em partes iguais (pedir : ãã)
Álcool a 20%.



Tomar 10 gotas (direto na boca ou em água para crianças) a cada meia hora em caso de sintomas de qualquer gripe, até melhorar bem.



Estes remédios podem ser adquiridos nas boas farmácias homeopáticas, e não fazem mal algum ou produzem efeitos colaterais. Se necessário, procurar um médico homeopata para a confecção de uma receita.



Atividade física, sol e ar livre



Sempre importante em qualquer aspecto para uma saúde melhor.



Suplementos



A medicina ortomolecular e a fototerapia preconizam o uso de dois suplementos:
Vitamina C – Recomenda-se o uso de 500 mg de vitamina C (ácido
l-ascórbico) orgânica de uma a duas vezes ao dia, para reforçar as defesas. Crianças pequenas, metade da dose ou sob orientação pediátrica.



Cogumelo do Sol – Eleva a imunidade por ser rico em substâncias imunomoduladoras, como a beta-glucana. Adultos devem tomar 2 cápsulas de 500 mg 2 a 3 vezes ao dia, tanto como preventivo quanto para tratamento. Crianças pequenas, tomar metade da dose. No caso de dificuldade de encontrar o cogumelo do sol, procurar comer cogumelos, tipo champignon, shitake, shimeji, funghi, etc.



Minerais e microminerais – Com a acidificação constante do sangue devido á alimentação industrializada moderna, aliada ao estresse, perdem-se muitos minerais e microminerais que não são repostos pela dieta, haja vista o o fato de que os alimentos modernos estão empobrecidos em termos de minerais (solo naturalmente pobre, uso de adubos, agrotóxicos, manipulação industrial, congelamento, microondas, etc.).
Certamente que essa condição afeta a imunidade. É necessário atualmente repor estes nutrientes de modo a manter as defesas orgânicas, mas não é qualquer suplemento que serve.. Recomenda-se utilizar os concentrados biominerais marinhos, principalmente aqueles extraidos da poderosa alga Lithothâmnium, que possui acima de 50 minerais e microminerais orgânicos, de alta assimilação pelas células.


Frutas em geral – As frutas, principalmente as cítricas, ajudam a alcalinizar o sangue e são ricas em minerais e vitaminas, favorecendo a saúde e protegendo o organismo. Pessoas que consomem poucas frutas estão muito mais sujeitas, não só às viroses, quanto a qualquer outra enfermidade.


Estas orientações servem tanto para a prevenção quanto para serem utilizadas em casos de pessoas que contraíram qualquer tipo de gripe. Além do mais, estes procedimentos nos deixam seguros e tranqüilos em relação ao grande terror de se contrair,
tanto a Influenza A quanto quaisquer outras doenças virais.